Como ler a auditoria
Esta é a regra do jogo em linguagem simples: de onde vêm os dados, o que entra na série e por que o painel pede cautela em parte da base.
Cadastro dos postos
A base oficial de postos vem da ANP. O OpenStreetMap entra só como apoio geográfico quando a coordenada precisa ser confirmada ou enriquecida.
Preços e prova
Os preços exibidos no Bomba Aberta vêm da comunidade, sempre com foto, horário e moderação. O sistema guarda o envio bruto e a trilha de revisão.
Histórico público
A série histórica usa apenas registros aprovados. Ela mostra tendência, dispersão, mínimas, máximas e mediana por posto, cidade e combustível.
Cobertura e confiança
Cobertura alta indica mais observações na janela analisada. Cobertura baixa pede leitura cautelosa. O sistema sinaliza isso antes de qualquer interpretação forte.
O que é indício
Alertas de alta brusca, queda brusca ou movimento sincronizado são sinais de padrão. Eles não são prova automática de cartel ou fraude.
Limitações
A cobertura varia por cidade, combustível e tempo. Menos observações significam menos confiança estatística.
Relatórios recorrentes
Os dossiês semanais e mensais reusam a mesma base pública e guardam um histórico persistente de geração. Isso permite acompanhar padrões ao longo do tempo, sem apagar o contexto de cada rodada.
Comparação entre cidades
A comparação municipal precisa de cobertura mínima por combustível. Cidades com poucas observações aparecem com leitura cautelosa, porque a mediana pode oscilar demais em bases pequenas.
Alertas persistidos
Quando um alerta entra na memória pública, ele não vira acusação automática. Ele funciona como indício rastreável para jornalismo, Procon, MP e revisão cidadã.
As exportações em CSV e PDF seguem a mesma base pública usada no painel. O objetivo é facilitar relatório técnico, jornalismo local e revisão cidadã.
Se um posto estiver com localização em revisão, isso aparece claramente na interface. Se o histórico for curto, a página avisa isso também.
